![]() |
| Educação ambiental |
14 de dezembro de 2015
13 de dezembro de 2015
Biólogo faz sozinho a recuperação de área de mangue
![]() |
| Biólogo Luiz Gonzaga |
O biólogo Luiz Gonzaga plantou sozinho, desde 2012, mais de 2 mil mudas de vegetação rasteira, no mangue da Lagoa de Itaipu, Niterói, RJ. O projeto ocorre em parceria com o Parque Estadual da Serra do Tiririca, que disponibiliza material, transporte e pessoal para o desenvolvimento da ação.
Os mangues são importantes ecossistemas da natureza, já que funcionam como um abrigo para que filhotes de mamíferos, peixes e até aves possam se proteger contra predadores, enquanto crescem. O grave problema é que esses espaços são constantemente destruídos pela construção de hotéis e outros edifícios na região.
O mangue da Lagoa de Itaipu já tem algum de seus trechos degradados e obstruídos e se não fosse pela dedicação de Luiz o local permaneceria assim por muito tempo. A primeira região reflorestada pelo biólogo foi a beira do canal Camboatá, cuja vegetação, atualmente, já se encontra grande. Com a recuperação do mangue, já é possível encontrar diversos crustáceos, aves e peixes, que fazem desse ecossistema o seu habitat.
Fonte:
11 de dezembro de 2015
Recuperação da Mata Atlântica custa apenas 0,01% do PIB brasileiro
| Após três anos de funcionamento, a floresta já é capaz de se manter sozinha. | Foto: ©iStock/José Geraldo Costa |
De acordo com o estudo produzido pela pesquisadora brasileira
Cristina Banks-Leite, professora da Imperial College de Londres, seria
necessário investimento de apenas 0,01% do PIB nacional para este fim.
A proposta apresentada por ela é de que o governo
desenvolva um sistema nacional e integrado de pagamento por serviços
ambientais. Esta recompensa deve garantir a preservação de, ao menos, 30% da
cobertura vegetal. O cálculo do investimento, conforme publicado na revista científica Science, seria aplicado em 37 mil áreas de
mata atlântica e significa o equivalente a R$ 445 milhões. Pode parecer muito,
mas corresponde a apenas 6,5% do que é destinado aos subsídios agrícolas.
O estudo garante que a mudança não causaria prejuízo aos
produtores, nem em termos de produtividade e nem financeiramente, já que a área deixada de ser usada para o plantio seria recompensada pelo investimento
governamental. Pelo contrário, a própria agricultura poderia ser beneficiada
pela preservação das espécies e pelos serviços ambientais que elas realizam,
como a polinização, por exemplo.
As 37 mil áreas consideradas por Cristina nessa proposta
são locais em que os produtores já mantêm áreas de preservação de 20% e que já
possuem certa quantidade de animais e plantas vivendo ali. Isso facilitaria a
recuperação, tornando-a mais simples e eficiente.
Em entrevista à Veja, a cientista
esclarece que o investimento seria ainda menor com o passar do tempo. Após três
anos de funcionamento, a floresta já é capaz de se manter sozinha. Assim sendo,
o governo reduziria o investimento, para manter apenas a recompensa paga aos
agricultores. “A partir do quarto ano seria possível restaurar outras áreas de
Mata Atlântica com o investimento inicial, então, essa é uma estratégia que
pode ser adaptada à medida que o tempo for passando”, informou Cristina, que
está otimista com a possibilidade. “Eu acho que existe interesse político e
dinheiro disponível no momento, então é um momento propício”, conclui.
Fonte:
Projeto plantou 1 milhão de árvores ao redor de rios em 5 anos
| O programa ainda construiu 635 novas cisternas e restaurou 681 hectares de terra. | Foto: Reprodução/Facebook |
A ação do
Programa Água Brasil, da Fundação WWF, Agência Nacional de Águas, Banco do
Brasil e Fundação Banco do Brasil, plantou um milhão de árvores ao redor de
nascentes no período de cinco anos.
As mudas
foram plantadas nas sete bacias hidrográficas em que o Água Brasil atua. Os
plantios tiveram como objetivo aumentar a quantidade de vegetação, melhorar o
fluxo de água e a qualidade dos recursos hídricos do país.
Por meio de
boas práticas na agricultura e na pecuária, o programa Água Brasil conquistou
resultados importantes: 681 hectares restaurados, 2.542 hectares com
terraceamento realizado, 1.639 hectares de fragmentos conservados, 635
cisternas de uso doméstico construídas e um milhão de mudas plantadas,
contribuindo para a qualidade da água e do ar, evitando a erosão do solo.
“Depois de
cinco anos de trabalho, temos muito o que comemorar. O plantio de um milhão de
mudas só vem reforçar a importância dos projetos desenvolvidos pelo Água Brasil
para a conservação dos recursos hídricos no Brasil. A mudança é visível nas
comunidades rurais, que implementaram boas práticas e tem nos ajudado a
conservar nosso recurso mais precioso”, afirma Asclepius Ramatiz Lopes Soares,
diretor-geral da Unidade de Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do
Banco do Brasil.
Além de um
plantio simbólico, os quatro parceiros do Programa apresentarão os principais
resultados da primeira fase (ciclo 2010-2015), enquanto técnicos de conservação
mostrarão os trabalhos desenvolvidos em cada uma das regiões atendidas pelo
Água Brasil.
Fonte:
Conheça também:
10 de dezembro de 2015
8 de dezembro de 2015
Em um ano, área desmatada do Cerrado equivale a três cidades do RJ
| Matopiba é a nova fronteira agrícola brasileira (Foto: Ernesto de Souza/Editora Globo) |
Entre junho de 2014 e junho de 2015, o Cerrado perdeu 3448 km² de
vegetação nativa segundo o recém-coletado dado do Sistema Integrado de Alerta
de Desmatamento (SIAD-Cerrado). No
cerrado, o desmatamento está concentrado na região que é tida como a nova fronteira
agrícola brasileira, chamada de Matopiba,
e engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
Adriano Faria, pesquisador de Análises
Ambientais da Universidade Federal de Goiânia (UFG), acredita que há um
incentivo governamental para desmatar o Cerrado dessa região. “O governo acaba
sendo contraditório, porque a fala é de combater o desmatamento, mas o modelo
de desenvolvimento da região é baseado nele”, diz Adriano, que classifica a
região como a área de Cerrado mais preocupante em termos de devastação. Isso
porque o território ainda concentra grande quantidade de vegetação preservada.
Os últimos dados do SIAD também registram
zero desmatamento em estados como São Paulo e Paraná. Porém, segundo Adriano
Faria, isso é uma consequência do tanto que a área já foi explorada, e não um
sinal de que o bioma está sendo preservado. “Na região central e sul do país já
se desmatou tanto que não há como manter o ritmo acelerado de desmatamento”,
diz. “É uma região em que esses números tendem a diminuir”.
Fora isso, há ainda os estados
pertencentes a Amazônia legal, como Mato Grosso e Tocantins, que seguem o acordo
da Moratória da Soja, um
acordo agrícola para não comprar soja oriunda de áreas de devastação. O
problema é que a Moratória só serve para a Amazônia, excluindo outros biomas.
E, segundo o pesquisador, isso afeta o Cerrado negativamente porque há a necessidade
de aumentar a eficiência da produtividade e de ocupar novas áreas. “Muitas
pessoas que estão na Matopiba vêm do sul ou do Mato Grosso”, afirma.
O pesquisador acredita que o desmatamento
nessa região ainda aumente nos próximos anos. Isso porque Matopiba tem boas
condições naturais para a agricultura. “Não posso afirmar que os números vão
aumentar, mas a região é perfeita para o agricultor. É uma região plana e farta
em recursos hídricos, e está dentro desse modelo de desenvolvimento”, diz Adriano.
Estudiosos enfatizam que o Cerrado é tão
importante quanto a Amazônia. Além de grande diversidade biológica, concentra
muitos aquíferos e espécies endêmicas já ameaçadas. Desde 2002, primeiro ano
com dados coletados pelo SIAD, já foram devastados 67.662 km². Com isso, além
de afetar a biodiversidade, áreas de nascentes de bacias hidrográficas podem
ficar comprometidas e o ciclo da chuva pode ser alterado.
![]() |
| Bioma Cerrado (Google) |
“Deveria haver mais incentivo para a
preservação do Cerrado. Também me preocupa a falta de fiscalização, porque o
Brasil monitora muito mal os biomas que não são a Amazônia”, afirma Adriano.
“Sabemos que preservação e desenvolvimento econômico não se opõem, sempre
existem novas tecnologias e novas formas de manejo. Nunca é tarde para começar
as coisas”, diz.
Os 3448km² de desmatamento do Cerrado
somam-se aos mais de 5800 km² de destruição da Amazônia entre 2014 e 2015, um
aumento de 16% em relação ao período anterior. Segundo a pesquisa Terraclass
Cerrado, restam 54,5% da vegetação nativa do bioma.
Fonte:
24 de novembro de 2015
Intervenção Ambiental - Desmatamento
Boa Tarde a Todos!
Desde a inauguração do blog, nós do "Todos contra o desmatamento" viemos divulgando notícias e reportagens referentes ao tema (algumas de certa forma polêmicas, e outra como curiosidades). O nosso maior orgulho, desde termos sido escolhidos a trabalhar com o tema e após termos criado o blog, foi nossa intervenção ambiental na Escola Municipal Josefina Macedo Gontijo. Fomos recebidos com muito amor e carinho pela equipe pedagógica, os professores, mas, principalmente pelos os alunos. Uma Turma da antiga 5ª série (atual 6 ano), que nos cativou com seus olhares e atenções...
Todos prestando atenção no nosso palestrante, Gustavo Gorge.
Graças a eles, conseguimos desenvolver um vídeo mostrando que nossos esforços para conscientizar estes meninos foi levado a sério. E tivemos como produto final do trabalho, além da cartilha e esse excelente vídeo, o carinho de todos da turma!
Agradecemos a toda a equipe da Escola Municipal Josefina Macedo Gontijo por nos cederem vez no meio de tantos estudantes que sonham em palestrar sobre algo tão vital e importante como o tema Meio Ambiente, tendo como foco o Desmatamento!
Assinar:
Postagens (Atom)







